Assistindo “Minhas Adoráveis Ex-Namoradas” (The Ghosts of Girlfriends Past, no original), começa narrando através do ator Matthew McConaughey, como a “instituição” casamento está falida. Eis a questão.
O filme aborda a temática de forma bem humorada e coloca o amor aos fracos e ignorantes.
Coincidência ou não, comprei um livro ha muito tempo indicado por uma amiga, “O Futuro da Humanidade” de Augusto Cury, que relata a história de um estudante de medicina na qual não aceita o fato de seus mestres tratarem os corpos utilizados na aula de anatomia como objeto, não havendo visão de que um dia, foram seres vivos, com sonhos, histórias, necessidades e desilusões.
Nessa mesma semana em que vivi interagindo comigo mesmo, sem aconselhar e ao menos ser aconselhado, assisiti também “Há Quanto Tempo Que Te Amo” (Il y a Longtemps que je t’Aime, no original) uma história que, livre da cadeia, na inclusão social, o quanto uma mãe sofre por um crime que calada, “não cometeu”.
Em “O Leitor” (The Reader, no original), um estudante de direito que anos após ter se envolvido com uma mulher mais velha, se depara com essa em um tribunal no lugar do réu, sendo julgada por crimes cometidos durante o Holocausto. Hanna interpretada por Kate Winslett era guarda e escolhia sem nenhum critério mulheres para morrer.
O que tudo isso tem em comum?
Me resgatei depois de tanto tempo dormindo, perdido.
Tudo relata o quanto as pessoas são descartáveis, o quanto de diversas formas o ser humano não vale nada.
Merecer o preconceito por ser negro, ou, a morte por ser homossexual?
Crianças precisam de transplantes e tratamentos enquanto há utilização de drogas para uma saúde perfeita.
Um primeiro ministro paga orgia com dinheiro público e um deputado se “entorta” de cocaína e vinho e assassina dois com seu automóvel.
O presidente levanta a taça do seu time, enquanto pessoas inocentes morrem na guerra do tráfico.
Outros explodem bombas, matam para agradar seu suposto “deus”.
Pessoas morrem por torcerem para outro time. Para que a livre escolha e o direito de ir e vir?
Acreditar no amor, acima de tudo e nos amarmos, evoluir o intelecto, ajudar ao próximo, onde, no mundo que mostramos e colocamos o amor em prática, não é o mais forte que sobrevive e sim que ajuda o mais fraco.
Não passemos a comprar pessoas formatadas nas pratileiras.
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