Valor do amor próprio

 

Sei que sou muito pequeno para tentar ser uma influência para a humanidade, mas o pouco que eu conseguir já é valido.

Amor próprio pode ser confundido com egoísmo? Até onde é amor?

Vivemos em tempos difíceis, não que houve algum que foi fácil, mas literalmente aos poucos o respeito e o amor está acabando.

Acho válido pensarmos nos outros e o quanto nossas atitudes interferem no comportamento alheio.

Ultimamente vejo alguns comportamentos e frases do tipo “Sou mais eu”, ”Comigo é assim” ou “Eu posso”, mas, lembramos que lidamos com seres humanos e que nenhum dos casos há perfeição.

A paciência virou literalmente sinônimo de maturidade e a sabedoria não tem idade. Hoje, as relevânicas do relacionamento humano são descartáveis; “são” facilmente substituídas e conviver com o conceito de que “o ser humano se adapa a qualquer situação” não é verdade, pois assim será, por uma questão de sobrevivência, mas a dor interna será um tumor maligno psicológico e doloroso eterno. Conviver com essa dor é muito triste.

Brincar de se relacionar, de viver o momento e não pensar nas consequências, não é humano, não é sábio, não é racional.

O amparo é algo que abraçamos uma causa e essa causa revertida em bem. Quando como amigos, não vivemos apenas o momento mas amparamos, teremos nosso maior elo no futuro, nossa maior ligação com o passado. Quando como amantes, namorados, companheiros, não vivemos apenas o momento, mas amparamos, temos a evolução do gostar, o amor, a evolução do amor, companherismo, e sua melhor segurança de compartilhar sua vida e entregar ao futuro, juntos. Quando como família, não vivemos o momento, mas amparamos, temos as maiores ligações emocionais, por mais conturbadas que sejam, seu sangue até o fim. E por fim, como seres humanos, não vivemos o momento e amparamos o próximo, estamos amparando a nós mesmos, quanto aos únicos seres possíveis de sentir o resultado dessa vibração.

Vi uma entrevista com a Drica Moraes agora que está se recuperando do cancêr e uma frase muito sábia foi dita: “O processo de cura, te cura não só de sua doença, mas algo com o que realmente você tem que se importar…”, aparentemente suas futilidades são extintas, disse ainda, que se o processo de cura não fosse “um preço tão alto”, seria uma dádiva, algo de sentido bom, pois te renova como pessoa e o faz analisar a vida e seus comportamentos até então. Sobre sua aparência, “Você sempre foi uma mulher bonita, como tem sido lidar com aparência nessa fase?”, e a resposta, “Eu acho que fiquei ainda mais bonita…..estar viva é tão bom, que a vaidade é um pedacinho só da coisa”.

Acho que isso é amor próprio e de forma geral, necessariamente precisamos passar por um processo de dor tão grande para reflexão disso?

Drica está se planejando para adotar um filho.

Ainda me supreendendo com algumas evidências da mídia. Ouvi uma música de alguém que jamais pensei que apreciaria algo. A musica “Pray” de Justin Bieber mostra literalmente a importânica com o próximo e de um mundo melhor.

Peço a todos que deixem seus conceitos de egos valorizados formados e passamos a aprender o que é realmente se amar, amar e compreender os que nos cercam.

No final do clipe da música Pray, há uma frase da Madre Tereza que também quero dividir:

“Deus fala no silêncio do coração. Ouvir é começar a orar”

Obrigado.

Afinal, o que é importante para você? (Legenda – clique em “cc”)

Prévia da entrevista da Drica Moraes na GNT:

Clipe da música Pray de Justin Bieber:

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